Mostrar mensagens com a etiqueta Formação de Catequistas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Formação de Catequistas. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Reflexões dos grupos
FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS
27 e 28 de outubro de 2013
Grupo
1
Palavra:
Testemunho
A vivência do testemunho, no catequista, implica:
ü Responsabilidade
ü Relação viva com Cristo
ü Meditação da Palavra
ü Interpretação da graça de
ser catequista
ü Celebração da missão
Como testemunhar de modo individual e comunitário?
ü Oração
ü Silêncio para escutar
ü Viver em Cristo
ü Participação na Eucaristia
Grupo
2
Palavra:
Comunidade
O catequista, necessita:
ü
Conhecer bem o conceito de comunidade
ü Exercer a aceitação e a
compreensão
ü Interiorizar que a Igreja é
comunidade e vivência de Fé
ü Reconhecer
o grupo de catequese e a sua missão
ü Interiorizar
a noção de que a catequese é comunidade dentro da comunidade
ü Reconhecer
a família como essencial para a vivência comunitária
ü Aceitar
/ integrar as famílias destruturadas com a implícita irreverência dos
catequizandos
Grupo 3
Palavra:
Evangelizar
ü A evangelização não deve ser
intempestiva nem imposta (Deus criou o homem livre)
ü Deve assentar numa caminhada
espiritual individual do catequista
ü A
evangelização não é pessoal mas comunitária e fundamentada no amor de Deus e do
próximo (comunidade modelo: “olhem como eles se amam; juntavam-se para rezar,
ouvir a Palavra de Deus, fazer a fração do Pão e comunhão fraterna)
ü Há
que ter em conta as vivências sociais da comunidade (as suas referências)
ü Não
ter medo e arriscar! Os primeiros evangelizadores não tinham as condições que
hoje temos, agiram na adversidade, chegando mesmo a ser mortos por evangelizar
(mártires).
Grupo
4
Palavra:
Bíblia
A Bíblia, livro da Palavra de Deus, deve implicar transformação na vida
do catequista e por isso deve:
ü Ser o centro da reflexão
para que aconteça evangelização
ü Ser reconhecida como uma
dádiva que se destina à nossa real interpretação cristocêntrica
ü Ser
assumida como Palavra viva que representa o ontem e o hoje
ü Se
entendida como algo que precisa de uma longa caminhada para se conhecer e viver
ü Ser
ensinada como Jesus ensinou (cativando – como a raposa e o principezinho; indo
ao encontro – como a ovelha perdida)
ü O
catequista deve ser um “espelho” da Palavra de Deus para que a criança nele
confie
ü É
importante que o catequista entenda as palavras que profere e difunde (só
através da leitura continuada da Bíblia)
Grupo
5
Palavra:
Libertação
A libertação individual implica disponibilidade interior para
interpretar a Palavra de Deus e a relação pessoal do catequista, com Ele, com
os catequizandos, as famílias e a comunidade.
ü Que
tempo dedico à oração, no meu dia-a-dia?
ü Como
promovo a minha liberdade pessoal para aprender novos conceitos e ouvir noas
experiências da boca dos catequizandos e das suas famílias?
ü Faço
o acolhimento com calma, alegria e de forma segura?
ü Como
participo e/ou estou em Eucaristia e nas atividades comunitárias/paroquiais?
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Formação de Catequistas de S. José
Nos dias 27 e 28 de setembro, os
catequistas de S. José estiveram a preparar-se para o novo ano de catequese. A
messe deste ano não é grande, mas o desafio proposto por D. Virgílio, bispo de
Coimbra, é ir ao encontro de mais colaboradores para o anúncio da Palavra de
Deus.
O Colégio de S. Teotónio, em Coimbra, foi,
mais uma vez, o ponto de encontro entre os catequistas de S. José e do colégio,
para quem a missão é a mesma – fazer a melhor catequese possível. A formação,
conduzida por Helena Barreiros, catequista coordenadora de S. José, teve como
objetivo, no primeiro dia, refletir sobre o que é ser catequista, qual é a
missão, quais são os deveres e os desafios. Posto isto, o grupo de catequistas
presentes dividiu-se em pequenos grupos onde, a partir das palavras
distribuídas por cada grupo – testemunho, comunidade, evangelizar, Bíblia e
libertação – e do texto “A bela e nobre missão do catequista”, da autoria de
Mons Bernard Housset (bispo de La Rochelle et Saints), partilharam experiências,
refletiram sobre os pontos de vista de cada um, até chegarem a algumas
conclusões sobre a palavra atribuída.

No dia 28 de setembro, cada grupo de
catequistas apresentou à assembleia o que simbolizava a palavra que lhes tinha
sido atribuída e as ideias a que ela estava associada. Houve tempo para que
todos os catequistas se manifestassem, questionando sobre determinadas
realidades e dando ideias para que o novo ano apresente novos e bons frutos.
Inspirados na comunicação de D. Virgílio,
no âmbito da formação de catequistas coordenadores realizada no dia 14 de
setembro, todos chegaram à conclusão que ser catequista é ser testemunho,
porque “A expectativa de Deus é que cada um de nós seja ele próprio, e viva,
viva.”.
Seguiu-se
um momento de oração corporal e, depois da pausa para o almoço, a apresentação
oficial do calendário de atividades da catequese para 2013/2014 e de um
desafio, para cada catequista, que visa encontrar alguém que precise de
atenção, carinho, compreensão, dentro ou fora do grupo de catequese. As
respostas às perguntas deste desafio, “O que me levou a ir ao encontro?” e “Que
ânimo, luz ou esperança levei?”, devem ser partilhadas na última reunião geral
de catequistas do ano. No fim, os grupos de catequistas de cada ano, do 1º ao
6ºano, reuniram-se para preparar a primeira catequese.
A Eucaristia das 11h, do passado domingo,
foi o local onde todos os catequistas quiseram tornar público o compromisso que
tomaram, onde assumiram a fragilidade, a vontade de fazer mais e melhor e onde
pediram a Deus que os faça “discípulos missionários, a exemplo de Maria, sempre
fiel, sendo testemunhas da tua Ressurreição.”.
A missão do catequista requer, para além de
uma vida espiritual profunda e do amor ao próximo, muita preparação, por isso,
todos os anos a catequese de infância organiza formações para os catequistas,
sobretudo para os que agora começam esta missão. Este ano, por sugestão dos
catequistas no ano passado, a formação não se encerra nestes dois dias. No dia 7
de dezembro e no dia 15 de fevereiro a coordenação leva os catequistas a mais
um momento de reflexão e aprendizagem sobre a tarefa do ser e fazer ser um
catequista.
ASC
(Escrito
conforme o Novo Acordo Ortográfico)
sábado, 5 de outubro de 2013
Trabalhos de Reflexão - Formação Catequistas 2013
Formação de Catequistas de S. José
27 de
setembro de 2013
Grupos de Reflexão
Grupo: 4
Membros
do Grupo: D. Fátima, Arlete, Manuel e Sofia
Palavra: Bíblia
Reflexão:
Bíblia – “Também não somos proprietários da Palavra de
Deus. Recebemo-la da Igreja para a interpretar, a fim de que ela se torne
Palavra de vida. Inspirada, e não ditada, pelo Espírito Santo, ela foi redigida
por autores humanos, mas ela é a Palavra de Cristo Vivo. Ela é pois uma palavra
viva, também hoje.”
In “A Bela e Nobre Missão do Catequista”, 2. Ser
Catequista é viver a missão em Igreja e não sozinho
Ideias-Chave:
- Longa Caminhada – Para o amadurecimento da fé, o qual permite a melhor interpretação, possível, da Palavra de Deus.
- Ensinar como Cristo nos Ensinou – O ir à procura de quem se perdeu, à semelhança do que diz a parábola da “Ovelha Perdida”. Para isso, devemos cativar sendo o espelho da nossa experiência de vida, fazendo-nos testemunho, ou seja, sendo o exemplo.
- Força/Profundidade/Entendimento da Palavra – É importante perceber a importância de cada palavra, para podermos ser descodificadores da mensagem de Deus para a comunidade, ou seja, para as crianças.
- Tempo de Leitura/Meditação – É importante reservar nem que sejam 30 minutos diários para a leitura da Palavra de Deus. É importante ter tempo para meditar e espalhar a Boa Nova.
- Bíblia e Crianças – É de louvar a aproximação da criança face à Bíblia, que a catequese atual proporciona. Antigamente, os catequizandos não tinham uma relação próxima com a Bíblia na catequese. Por isso, hoje, essas pessoas não têm capacidade de entender a mensagem de Deus; porque não foram, desde cedo, habituadas a manusear a Bíblia e a interpretá-la. Nos tempos idos, a catequese transpirava os conteúdos dos catecismos e entoava cânticos, já a Bíblia era associada a outras religiões (ex.: protestante).
- Eucaristia como fonte de conhecimento da vida de Cristo – Onde podemos saciar a nossa sede de ouvir e entender a Palavra de Deus.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Formação de Catequistas 2013
Partilhamos uma vez mais o material utilizado na Formação de Catequistas orientada pela equipa Coordenadora da Catequese de São José.
Apresentações em PowerPoint:
Exercícios práticos:
Reflexões7Material de apoio:
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Inscrições na catequese - Últimos dias
Relembramos os pais e/ou encarregados de educação que as inscrições na catequese terminam esta semana, dia 20 de setembro. É importante para o bom inicio de catequese que as catequistas tenham consigo as informações das crianças que vão acompanhar durante o ano.
Fazemos também um apelo à comunidade: uma vez mais deparamo-nos com uma grande falta de catequistas, que neste momento não assegura o número de grupos necessário para o normal funcionamento da catequese em São José. Se se sentir capaz de viver e transmitir a mensagem de Jesus aos mais pequenos venha colaborar na catequese. Nos dias 27 (entre as 21h e as 23h) e 28 (entre as 9h30 e as 19h) de Setembro a coordenação da Catequese de Infância irá realizar no Colégio S. Teotónio um curso de formação de catequistas, aberto a toda a comunidade interessada.
As catequeses iram ter inicio na semana que começa a 30 de setembro.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Convite SDEC
Caros catequistas
Lembramos que no proximo sábado, dia 11 de Maio, das 10 às 18horas, no Seminário Maior de Coimbra terá lugar o IV Encontro Diocesano sobre os Documentos do Concílio do Vaticano II, desta vez sobre, "A Fé da Igreja - Gaudium et Spes".
Esperamos que organize a sua vida no sentido de poder estar presente e convide outros catequistas a participarem consigo.
Com um abraço fraterno.
Pel' SDEC, Estela Martins
Lembramos que no proximo sábado, dia 11 de Maio, das 10 às 18horas, no Seminário Maior de Coimbra terá lugar o IV Encontro Diocesano sobre os Documentos do Concílio do Vaticano II, desta vez sobre, "A Fé da Igreja - Gaudium et Spes".
Esperamos que organize a sua vida no sentido de poder estar presente e convide outros catequistas a participarem consigo.
Com um abraço fraterno.
Pel' SDEC, Estela Martins
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Pe. Rodolfo fala de “Catequese Renovada” aos Catequistas da Igreja de S. José
Nos dias 28, 29 e
30 de setembro de 2012 a catequese de infância da Igreja de S. José, em
Coimbra, promoveu uma ação de formação para os seus colaboradores. O Colégio de
S. Teotónio foi o espaço escolhido para acolher os primeiros dias de formação.
A abertura dos trabalhos esteve a cargo do
Pe. Rodolfo, ex-diretor do SDEC de Coimbra (Secretariado Diocesano de
Evangelização e Catequese), com uma conferência sobre “Catequese Renovada”. Ao
longo da comunicação, o pároco chamou a atenção dos catequistas para os
conceitos de fé e revelação, fazendo uma breve reflexão sobre a “alegria e
entusiasmo da fé”. O conferencista terminou a sua intervenção destacando alguns
aspetos e qualidades necessárias a uma catequese renovada. Inicialmente,
sublinhou a importância de “identificar os «pontos de contacto»”, nomeadamente
entre os pais e os catequistas, para que depois se possa “tomar consciência das
necessidades”. O anúncio explícito de Jesus Cristo, da sua vida e do seu
mistério, bem como o testemunho de quem O anuncia, são essenciais, tal como
evidenciou o Pe. Rodolfo, para que seja cumprido o objetivo de “provocar a
conversão na vida e no viver das pessoas”. No entanto, o pároco apela à
criatividade, à capacidade de atração e provocação dos grupos de catequistas
para que esta missão seja cumprida com sucesso.
O ponto de partida desta formação tornou-se
uma proposta, refletida nos dias seguintes através dos workshops, das orações e do compromisso dos catequistas. Agora, a
“Catequese Renovada” é uma meta para os que aceitaram o desafio de ser
discípulos de Jesus Cristo.
A.C.
(Texto escrito conforme o novo acordo ortográfico)
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Formação de Catequistas - Trabalhos de Grupo
Grupo III
CATEQUESE RENOVADA ... GANHAR A ADESÃO DOS PAIS
TAREFA: Como preparar uma reunião de pais.
1. Convocatória (3 exemplos)
Aos Pais/Encarregados de Educação:
a) Porque é importante que conheça o plano de trabalho que vamos desenvolver ao longo do ano sob a temática o Ano da Fé, convocamo-la a estar presente.
É importante a sua colaboração/opinião.
Saudações amigas/de Fé.
b) Querem saber como vamos ocupar os vossos filhos no Ano da Fé?
c) Como é que as nossas crianças vão interagir no Ano da Fé? Vamos ajudá-las? Como?
2. Escolher um tema
Exemplo: Como viver o Ano da Fé?
Escolher um simbolo, p.e. uma imagem de um barco "Embarca no Ano da Fé", um coração com uma cruz no centro e com várias questões à sua volta, uma imagens de uma montanha com as questões "Como? Quando? Quem?".
3. Ter um ponto de partida
a) Apresentação do catecismo, 1º, 2º e 3º Blocos (geral - temas);
b) Apresentação do 1º Bloco, objectivos (sintéticos)
Duração: 15 min.
4. Pelo menos uma dinâmica
Dois desafios para grupos de 4/5 elementos:
a) O que é a Fé?
Momento de partilha dos pais/encarregados de educação.
b) Como vamos vivê-la?
Distribuição de uma folha com duas questões: Como é que as nossas crianças podem ser envolvidas? O que propõem para envolver os vossos filhos?
Eleição de um porta-voz para partilhar as reflexões durante um pequeno debate.
Duração: 30 min.
5. Algo mais, ou seja deixar um valor acrescentado
a) Conclusão
Pai, Mãe: É importante que estejas na Fé comigo! Acompanha-me! Alimenta a minha Fé!
b) Cântico
"Creio Senhor"
29-09-2012
domingo, 7 de outubro de 2012
Formação de Catequistas - Trabalhos de Grupo
Grupo II
A IMPORTÂNCIA DE UM LÍDER CATEQUÉTICO
REFLEXÃO
O
que podem ter estas caraterísticas a ver com o perfil do catequista?
Em
que podem ser contributivas para o anúncio da Boa Nova?
Ser um adulto com conhecimentos, um cristão que procura transmitir a Palavra de Deus, através do seu testemunho.
Tentar ser um exemplo, em todos os campos da vida.
Perante as dificuldade da vida ser capaz de manter a preserverança, a seriedade, a Fé e a confiança.
Deverá ainda saber cativar e comunicar a visão cristã, a presença do Amor, o perdão, a partilha, a oração, a caridade, a Eucarístia e a identidade com Jesus Cristo, seguro dos seus sentimentos.
Por fim, tem por obrigação esforçar-se por servir, doar e se autocontrolar.
Como
é que Jesus faria catequese hoje, tendo em conta a sociedade atual?
Jesus saberia adaptar-se à sociedade actual, mas no fundo, acabaria por agir da mesma forma como fez no seu tempo: acolhendo os pecadores e os doentes; trabalhando por alcançar a paz interior e a purificação na sua mensagem; e perante as dificuldades actuais cativar o gosto e a atenção das crianças, a cima da imposição e sempre com alegria.
Em conclusão, a catequese deve ser preparada no grupo, tendo por base o cumprimento das sugestões avançadas, mas considerando a experiência individual e a realidade contemporânea (horários, necessidades, anseios, etc.). Assim sendo, é na união que reside a força e todos em conjunto conseguiremos transmitir a Palavra de Deus, navegando rumo ao mesmo objectivo.
29-09-2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Formação de Catequistas - Trabalhos de Grupo
Grupo I
CATEQUESE RENOVADA ... O QUE É A CATQUESE?
REFLEXÃO
O que é a Catequese?
É essencial que seja fermento de comunhão e participação.
- Deus tem todo o poder e confiando na Sua acção, estamos aptos a escutar o que Deus quer.
Quais os aspectos essenciais para se ser catequista?
- Estar em comunhão com Deus.
Como consigo abrir-me a Deus?
- O silêncio pode ser uma forma de me abrir a Deus.
- Mesmo quando parece que não conseguimos estabelecer a relação com Deus ... nunca desistir. Colocarmo-nos nas Suas mãos.
- Estar em comunhão com Deus.
Como é Deus fala?
- Inicio deve ocorrer na vida em família.
Deus toda a vida falou através de Jesus Cristo.
Deus fala na medida em que nos abrimos a Ele.
- É necessária abertura ao que Deus quer actuar em nós para torná-lo visivel na nossa vida.
- Sinais de Deus em nós. Intervenção de Deus na nossa vida, ou seja, movimento da nossa consciência até à Sua.
- Deixar que a permanência e a actuação de Deus se faça na nossa vida em tudo.
O que é que Deus comunica?
- Amor
Condição de humanos
- Humildade.
À medida que crescemos e comunicamos com Deus-Amor assim a nossa capacidade de entrega aos Seus desejos e Sua vontade. Através de sinais de Deus, que está sempre presente na nossa vida. Se O deixarmos entrar na nossa vida seremos testemunho da Sua, em Jesus Cristo, e nossa humanidade. Como catequistas vamos transmitir o Amor de Deus.
A quem se dirige?
- Somos todos Seus filhos. Deus dirige-se a todos nós. Ouvimo-lo dependendo da nossa abertura de coração.
Na catequese Deus fala a todas as crianças através de nós, Seus instrumentos (abertos à vontade de Deus). Todo o cristão é transmissor da mensagem de Deus.
Que obstáculos encontramos?
- Ideias preconcebidas.
- Medo perante os obstáculos, do rídiculo, das nossas limitações.
- Falta de esperança.
- Falta de coragem, santa ousadia e aceitar as limitações confiando no suporte de Deus!
"Eu não sou capaz, mas Deus vai-me ajudar."
- Orgulho, vaidade.
Esquecermo-nos de nós e darmo-nos ao outro ao serviço de Deus. Dar sempre o melhor de nós. esforçar, por amor a Deus.
- Falta de humildade e simplicidade.
Como catequistas somos pedras fundamentais na nossa paróquia.
Somos:
- capazes de cativar outros catequistas.
- compromisso de Fé.
- Vivência comunitária de oração.
- Dar exemplo.
A nossa motivação vem de Deus, da nossa permeabilidadem da Sua vontade.
A Palavra transforma-nos e actua em nós.
A Paz e a Alegris vem de Deus que nos dá o dom de a podermos transmitir aos outros e dar-lhes esperança.
Expressada a necessidade de oração intima com Deus. Deixar e pedir a Deus que o Espirito de Deus actue em nós.
Como vamos na catequese saber chegar a cada um?
É necessário:
- conhecer os contextos de cada um para os podermos ajudar.
- saber fazer entender o Amor de Deus.
- a partilha de vida, descobrindo os pontos de contacto com as crianças.
- elementos culturais e morais.
- sintonizarmo-nos no mundo e sociedade em que vivemos, para os ajudar.
- conhecimentos do catecismo católico, da Bíblia, novos manuais do catequista, doutrina social da Igreja.
- integrar todos estes conhecimentos
- reflectir sobre todos os catequizandos
- estar atentos à realidade social de cada criança.
29-09-2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Formação de Catequistas 2012-2013
Uma vez mais partilhamos com todos a Formação de Catequistas de S. José. Este ano a reflexão centrou-se no Ano da Fé e na discussão do que se espera de uma Catequese Renovada.
Nos próximos dias partelharemos alguns dos trabalhos de grupo realizados durante a formação e também algumas fotos.
Nos próximos dias partelharemos alguns dos trabalhos de grupo realizados durante a formação e também algumas fotos.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Carta aos Catequistas da CDJP
"
Comissão
Diocesana Justiça e Paz
Rua do Brasil, Apartado 3069
3001-401 Coimbra
Car@s
Catequist@s
Sua
referência Nossa Referência
2.7
de 2012-set-25
Assunto: Ano da Fé
Como todos sabemos, o Papa convocou um
“Ano da Fé” para o próximo ano pastoral alargado, a começar no dia 11 de
Outubro de 2012 (50.º aniversário da Abertura do Concílio Vaticano II e o 20.º
aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica) e a terminar no dia
24 de Novembro de 2013, na Solenidade de Cristo Rei.
Na proclamação deste Ano da Fé, Bento
XVI deixa bem claro, na Carta Apostólica Porta
Fidei, que, mais do que a dupla comemoração, o que está em causa é “redescobrir o caminho da fé para
fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do
encontro com Cristo” (n.º 2) como o valor estruturante da vida das pessoas e das
sociedades, num tempo em que cresce sociologicamente o número dos que dizem
“não acreditar” e se multiplicam subprodutos religiosos, como seitas, adivinhações
e outras formas esotéricas de se relacionar com o mistério da vida. A ideia que
verdadeiramente está subjacente a este Ano da Fé é a da “nova Evangelização”,
que aliás serve de tema ao Sínodo dos Bispos convocado igualmente para outubro
de 2012: “A nova evangelização para a transmissão da fé cristã”, como lembra Bento XVI logo no mesmíssimo
parágrafo em que proclama este Ano da Fé.
A Comissão Diocesana Justiça e Paz
(CDJP) de Coimbra – como organismo da Igreja – adere à celebração deste Ano da
Fé e espera vivamente que todos os cristãos e estruturas eclesiais se empenhem
ativamente na boa consecução do mesmo. Ao mesmo tempo, como contributo próprio,
a partir daquilo que lhe é específico como missão que lhe foi confiada pela
própria Igreja, a CDJP gostaria de sublinhar e propor à reflexão de todos os
cristãos três aspetos concernentes à fé e nem sempre plenamente
conscientizados:
a)
A fé tem uma dimensão social inequívoca: “A fé,
precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade
social daquilo que se acredita”, diz Bento XVI (n.º 10). Desafiamos todos os
promotores de iniciativas integradas na celebração do Ano da Fé a não
esquecerem, antes promoverem, ”com o ardor dos santos”, a consciencialização
desta dimensão social da fé, respondendo convictamente ao desafio que João
Paulo II nos deixou: “Fiéis à Verdade,
irmãos e irmãs, continuemos a participação na realeza de Cristo, servindo como
Ele, Senhor e Mestre, fez e ensinou. Este é o caminho: cristãos no aconchego da
intimidade pessoal; cristãos no interior do lar, como esposos, pais e mães e
filhos, em “igreja doméstica”; cristãos na rua, como homens e mulheres
situados; cristãos na vida em comunidade, no trabalho, nos encontros
profissionais e empresariais, no grupo, no sindicato, no divertimento, no
lazer, etc.; cristãos na sociedade, ocupando cargos elevados ou prestando
serviços humildes; cristãos na partilha da sorte dos irmãos menos favorecidos;
cristãos na participação social e política; enfim, cristãos sempre, na presença
e glorificação de Deus, Senhor da vida e da história” (Sé de Lisboa; 1982).
b)
Tal responsabilidade social encontra, no nosso tempo, a
sua corporização teórica na Doutrina Social da Igreja, que é, precisamente, “a
formulação acurada dos resultados da reflexão atenta sobre as complexas
realidades da existência do homem, na sociedade e no contexto internacional, à
luz da fé e da tradição eclesial (para) orientar o comportamento cristão”
[sublinhado nosso] (SRS 41). Ora “a
fé sem obras é morta”, recorda ainda Bento XVI, citando a Carta de Santiago.
Mas à fé não são suficientes quaisquer obras e de quaisquer modos. Ela precisa
de se traduzir, em cada época, nos “princípios de
reflexão, normas para julgar e diretrizes para a ação” fornecidos pela doutrina
social da Igreja (OA 4). Só com esta fundamentação as obras podem estar
ao serviço da fé no plano da sociedade e podem tornar viva a fé no meio das
complexas realidades da existência do homem. Não é possível desvincular – sem
desvirtuamento de uma e de outra – a doutrinação da fé do estudo da Doutrina
Social da Igreja.
c) A
fé que procuramos viver e aprofundar e que propomos – na simplicidade da
partilha fraterna do melhor que temos – aos nossos concidadãos e concidadãs,
nasce da evangelização. Mas, como proclama João Paulo II, “para a Igreja, ensinar e difundir a
doutrina social pertence à sua missão evangelizadora e faz parte essencial da
mensagem cristã, porque essa doutrina propõe as suas consequências diretas na
vida da sociedade e enquadra o trabalho diário e as lutas pela justiça no
testemunho de Cristo Salvador” (CA 5). Ora a verdadeira evangelização,
lembrava Paulo VI, não é a aplicação de “um verniz superficial”, mas consiste
em “atingir” e “modificar pela força do Evangelho os critérios de julgar, os
valores que contam, os centros de interesse, as linhas de pensamento, as fontes
inspiradoras e os modelos de vida da humanidade”. (cfr. EN 19-20). Uma vez
mais, a fidelidade à própria intenção de Bento XVI ao proclamar o Ano da Fé
como um ano para um novo dinamismo evangelizador exige uma atenção redobrada
aos “critérios”, aos “valores”, aos “interesses”, às “linhas de pensamento”, às
“fontes inspiradoras”, aos “modelos” propostos pela própria Doutrina Social da
Igreja, pois nela se sintetiza a “reflexão acurada” da alternativa que, à luz
do Evangelho, a Igreja tem para propor à sociedade.
Finalmente, lembramos que a Comissão
Nacional Justiça e Paz publicou um conjunto de 25 fichas sobre outros tantos
temas de DSI reunidas no livro “Em nome de Jesus Cristo” (editado pelas
Paulinas), que poderão servir de texto de apoio. Mas o melhor resumo oficial,
de autoria do Conselho Pontifício Justiça e Paz, é o Compêndio de Doutrina
Social da Igreja, que pode ser lido na sua versão integral no sítio do Vaticano
(www.vatican.va em Cúria Romana
– Conselho Pontifício “Justiça e Paz”). Neste sítio também se encontram os
documentos dos Papas e das Congregações ou Comissões.
Amig@s, vós sois os grandes educadores
da fé! Na proximidade do início deste Ano da Fé, aceitai esta nossa carta, se
no-lo permitis, antes de mais como reconhecimento muito sentido dessa missão
que vos está confiada; depois, como gesto fraterno de comunhão na edificação do
único bem que tudo o mais nos traz por acréscimo: o Reino de Deus.
Comissão Diocesana Justiça e Paz"
domingo, 9 de setembro de 2012
Encontros de Formação SDEC
Encontro de formação sobre o novo Catecismo 6º ano:
29 de setembro,
Das 14,30 às 17,30 Figueira da Foz - Seminário da Imaculada Conceição
Chão de Couce - Centro Pastoral
30 de setembro
Das 14,30 às 17,30 Arganil - Centro Pastoral
Coimbra - Seminário Maior
29 de setembro,
Das 14,30 às 17,30 Figueira da Foz - Seminário da Imaculada Conceição
Chão de Couce - Centro Pastoral
30 de setembro
Das 14,30 às 17,30 Arganil - Centro Pastoral
Coimbra - Seminário Maior
domingo, 29 de julho de 2012
6º Catecismo; Jornadas Nacionais de Catequistas
Amigos catequistas,
Certamente que já te questionaste sobre a publicação do catecismo do 6º ano.Vimos informar-te que, segundo informação recebida, dentro em breve será publicitada na página do SNEC (www.educris.com) o Plano Pedagógico e as catequeses do 1º bloco .
Mais informamos que conforme vem sendo habitual vão realizar-se no Auditório do Centro Paulo VI, em Fátima, de 5 a 7 de Outubro, as Jornadas Nacionais de Catequistas. As inscrições poderão ser feitas para o SDEC, até ao dia 24 de Setembro, preenchendo a respetiva ficha.
Em anexo o Programa e a Ficha de Inscrição,
Com um abraço na paz e alegria do Senhor,
Pel'O SDEC
Certamente que já te questionaste sobre a publicação do catecismo do 6º ano.Vimos informar-te que, segundo informação recebida, dentro em breve será publicitada na página do SNEC (www.educris.com) o Plano Pedagógico e as catequeses do 1º bloco .
Mais informamos que conforme vem sendo habitual vão realizar-se no Auditório do Centro Paulo VI, em Fátima, de 5 a 7 de Outubro, as Jornadas Nacionais de Catequistas. As inscrições poderão ser feitas para o SDEC, até ao dia 24 de Setembro, preenchendo a respetiva ficha.
Em anexo o Programa e a Ficha de Inscrição,
Com um abraço na paz e alegria do Senhor,
Pel'O SDEC
Subscrever:
Mensagens (Atom)


