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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Reflexões dos grupos


FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS

27 e 28 de outubro de 2013

Grupo 1
Palavra: Testemunho
A vivência do testemunho, no catequista, implica:
ü  Responsabilidade
ü  Relação viva com Cristo
ü  Meditação da Palavra
ü  Interpretação da graça de ser catequista
ü  Celebração da missão
Como testemunhar de modo individual e comunitário?
ü  Oração
ü  Silêncio para escutar
ü  Viver em Cristo
ü  Participação na Eucaristia
 
Grupo 2
Palavra: Comunidade
O catequista, necessita:
ü  Conhecer bem o conceito de comunidade
ü  Exercer a aceitação e a compreensão
ü  Interiorizar que a Igreja é comunidade e vivência de Fé
ü  Reconhecer o grupo de catequese e a sua missão
ü  Interiorizar a noção de que a catequese é comunidade dentro da comunidade
ü  Reconhecer a família como essencial para a vivência comunitária
ü  Aceitar / integrar as famílias destruturadas com a implícita irreverência dos catequizandos
 
Grupo 3
Palavra: Evangelizar
ü  A evangelização não deve ser intempestiva nem imposta (Deus criou o homem livre)
ü  Deve assentar numa caminhada espiritual individual do catequista
ü  A evangelização não é pessoal mas comunitária e fundamentada no amor de Deus e do próximo (comunidade modelo: “olhem como eles se amam; juntavam-se para rezar, ouvir a Palavra de Deus, fazer a fração do Pão e comunhão fraterna)
ü  Há que ter em conta as vivências sociais da comunidade (as suas referências)
ü  Não ter medo e arriscar! Os primeiros evangelizadores não tinham as condições que hoje temos, agiram na adversidade, chegando mesmo a ser mortos por evangelizar (mártires).
 
Grupo 4
Palavra: Bíblia
A Bíblia, livro da Palavra de Deus, deve implicar transformação na vida do catequista e por isso deve:
ü  Ser o centro da reflexão para que aconteça evangelização
ü  Ser reconhecida como uma dádiva que se destina à nossa real interpretação cristocêntrica
ü  Ser assumida como Palavra viva que representa o ontem e o hoje
ü  Se entendida como algo que precisa de uma longa caminhada para se conhecer e viver
ü  Ser ensinada como Jesus ensinou (cativando – como a raposa e o principezinho; indo ao encontro – como a ovelha perdida)
ü  O catequista deve ser um “espelho” da Palavra de Deus para que a criança nele confie
ü  É importante que o catequista entenda as palavras que profere e difunde (só através da leitura continuada da Bíblia)
 
Grupo 5
Palavra: Libertação
A libertação individual implica disponibilidade interior para interpretar a Palavra de Deus e a relação pessoal do catequista, com Ele, com os catequizandos, as famílias e a comunidade.
ü  Que tempo dedico à oração, no meu dia-a-dia?
ü  Como promovo a minha liberdade pessoal para aprender novos conceitos e ouvir noas experiências da boca dos catequizandos e das suas famílias?
ü  Faço o acolhimento com calma, alegria e de forma segura?
ü  Como participo e/ou estou em Eucaristia e nas atividades comunitárias/paroquiais?

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Formação de Catequistas de S. José


    Nos dias 27 e 28 de setembro, os catequistas de S. José estiveram a preparar-se para o novo ano de catequese. A messe deste ano não é grande, mas o desafio proposto por D. Virgílio, bispo de Coimbra, é ir ao encontro de mais colaboradores para o anúncio da Palavra de Deus.

    O Colégio de S. Teotónio, em Coimbra, foi, mais uma vez, o ponto de encontro entre os catequistas de S. José e do colégio, para quem a missão é a mesma – fazer a melhor catequese possível. A formação, conduzida por Helena Barreiros, catequista coordenadora de S. José, teve como objetivo, no primeiro dia, refletir sobre o que é ser catequista, qual é a missão, quais são os deveres e os desafios. Posto isto, o grupo de catequistas presentes dividiu-se em pequenos grupos onde, a partir das palavras distribuídas por cada grupo – testemunho, comunidade, evangelizar, Bíblia e libertação – e do texto “A bela e nobre missão do catequista”, da autoria de Mons Bernard Housset (bispo de La Rochelle et Saints), partilharam experiências, refletiram sobre os pontos de vista de cada um, até chegarem a algumas conclusões sobre a palavra atribuída.

    No dia 28 de setembro, cada grupo de catequistas apresentou à assembleia o que simbolizava a palavra que lhes tinha sido atribuída e as ideias a que ela estava associada. Houve tempo para que todos os catequistas se manifestassem, questionando sobre determinadas realidades e dando ideias para que o novo ano apresente novos e bons frutos.

    Inspirados na comunicação de D. Virgílio, no âmbito da formação de catequistas coordenadores realizada no dia 14 de setembro, todos chegaram à conclusão que ser catequista é ser testemunho, porque “A expectativa de Deus é que cada um de nós seja ele próprio, e viva, viva.”.

    Seguiu-se um momento de oração corporal e, depois da pausa para o almoço, a apresentação oficial do calendário de atividades da catequese para 2013/2014 e de um desafio, para cada catequista, que visa encontrar alguém que precise de atenção, carinho, compreensão, dentro ou fora do grupo de catequese. As respostas às perguntas deste desafio, “O que me levou a ir ao encontro?” e “Que ânimo, luz ou esperança levei?”, devem ser partilhadas na última reunião geral de catequistas do ano. No fim, os grupos de catequistas de cada ano, do 1º ao 6ºano, reuniram-se para preparar a primeira catequese.

    A Eucaristia das 11h, do passado domingo, foi o local onde todos os catequistas quiseram tornar público o compromisso que tomaram, onde assumiram a fragilidade, a vontade de fazer mais e melhor e onde pediram a Deus que os faça “discípulos missionários, a exemplo de Maria, sempre fiel, sendo testemunhas da tua Ressurreição.”.

    A missão do catequista requer, para além de uma vida espiritual profunda e do amor ao próximo, muita preparação, por isso, todos os anos a catequese de infância organiza formações para os catequistas, sobretudo para os que agora começam esta missão. Este ano, por sugestão dos catequistas no ano passado, a formação não se encerra nestes dois dias. No dia 7 de dezembro e no dia 15 de fevereiro a coordenação leva os catequistas a mais um momento de reflexão e aprendizagem sobre a tarefa do ser e fazer ser um catequista.

 

ASC

(Escrito conforme o Novo Acordo Ortográfico)

sábado, 5 de outubro de 2013

Trabalhos de Reflexão - Formação Catequistas 2013


Formação de Catequistas de S. José
27 de setembro de 2013

Grupos de Reflexão

Grupo: 4

Membros do Grupo: D. Fátima, Arlete, Manuel e Sofia

Palavra: Bíblia

Reflexão:
Bíblia – “Também não somos proprietários da Palavra de Deus. Recebemo-la da Igreja para a interpretar, a fim de que ela se torne Palavra de vida. Inspirada, e não ditada, pelo Espírito Santo, ela foi redigida por autores humanos, mas ela é a Palavra de Cristo Vivo. Ela é pois uma palavra viva, também hoje.”
In “A Bela e Nobre Missão do Catequista”, 2. Ser Catequista é viver a missão em Igreja e não sozinho

Ideias-Chave:
  1. Longa Caminhada – Para o amadurecimento da fé, o qual permite a melhor interpretação, possível, da Palavra de Deus.
  2. Ensinar como Cristo nos Ensinou – O ir à procura de quem se perdeu, à semelhança do que diz a parábola da “Ovelha Perdida”. Para isso, devemos cativar sendo o espelho da nossa experiência de vida, fazendo-nos testemunho, ou seja, sendo o exemplo.
  3. Força/Profundidade/Entendimento da Palavra – É importante perceber a importância de cada palavra, para podermos ser descodificadores da mensagem de Deus para a comunidade, ou seja, para as crianças.
  4. Tempo de Leitura/Meditação – É importante reservar nem que sejam 30 minutos diários para a leitura da Palavra de Deus. É importante ter tempo para meditar e espalhar a Boa Nova.
  5. Bíblia e Crianças – É de louvar a aproximação da criança face à Bíblia, que a catequese atual proporciona. Antigamente, os catequizandos não tinham uma relação próxima com a Bíblia na catequese. Por isso, hoje, essas pessoas não têm capacidade de entender a mensagem de Deus; porque não foram, desde cedo, habituadas a manusear a Bíblia e a interpretá-la. Nos tempos idos, a catequese transpirava os conteúdos dos catecismos e entoava cânticos, já a Bíblia era associada a outras religiões (ex.: protestante).
  6. Eucaristia como fonte de conhecimento da vida de Cristo – Onde podemos saciar a nossa sede de ouvir e entender a Palavra de Deus.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Inscrições na catequese - Últimos dias

Relembramos os pais e/ou encarregados de educação que as inscrições na catequese terminam esta semana, dia 20 de setembro. É importante para o bom inicio de catequese que as catequistas tenham consigo as informações das crianças que vão acompanhar durante o ano.
 
Fazemos também um apelo à comunidade: uma vez mais deparamo-nos com uma grande falta de catequistas, que neste momento não assegura o número de grupos necessário para o normal funcionamento da catequese em São José. Se se sentir capaz de viver e transmitir a mensagem de Jesus aos mais pequenos venha colaborar na catequese. Nos dias 27 (entre as 21h e as 23h) e 28 (entre as 9h30 e as 19h) de Setembro a coordenação da Catequese de Infância irá realizar no Colégio S. Teotónio um curso de formação de catequistas, aberto a toda a comunidade interessada.
 
 
 
As catequeses iram ter inicio na semana que começa a 30 de setembro.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Convite SDEC

Caros catequistas


Lembramos que no proximo sábado, dia 11 de Maio, das 10 às 18horas, no Seminário Maior de Coimbra terá lugar o IV Encontro Diocesano sobre os Documentos do Concílio do Vaticano II, desta vez sobre, "A Fé da Igreja - Gaudium et Spes".

Esperamos que organize a sua vida no sentido de poder estar presente e convide outros catequistas a participarem consigo.

Com um abraço fraterno.

Pel' SDEC, Estela Martins

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Pe. Rodolfo fala de “Catequese Renovada” aos Catequistas da Igreja de S. José


Nos dias 28, 29 e 30 de setembro de 2012 a catequese de infância da Igreja de S. José, em Coimbra, promoveu uma ação de formação para os seus colaboradores. O Colégio de S. Teotónio foi o espaço escolhido para acolher os primeiros dias de formação.

    A abertura dos trabalhos esteve a cargo do Pe. Rodolfo, ex-diretor do SDEC de Coimbra (Secretariado Diocesano de Evangelização e Catequese), com uma conferência sobre “Catequese Renovada”. Ao longo da comunicação, o pároco chamou a atenção dos catequistas para os conceitos de fé e revelação, fazendo uma breve reflexão sobre a “alegria e entusiasmo da fé”. O conferencista terminou a sua intervenção destacando alguns aspetos e qualidades necessárias a uma catequese renovada. Inicialmente, sublinhou a importância de “identificar os «pontos de contacto»”, nomeadamente entre os pais e os catequistas, para que depois se possa “tomar consciência das necessidades”. O anúncio explícito de Jesus Cristo, da sua vida e do seu mistério, bem como o testemunho de quem O anuncia, são essenciais, tal como evidenciou o Pe. Rodolfo, para que seja cumprido o objetivo de “provocar a conversão na vida e no viver das pessoas”. No entanto, o pároco apela à criatividade, à capacidade de atração e provocação dos grupos de catequistas para que esta missão seja cumprida com sucesso.

    O ponto de partida desta formação tornou-se uma proposta, refletida nos dias seguintes através dos workshops, das orações e do compromisso dos catequistas. Agora, a “Catequese Renovada” é uma meta para os que aceitaram o desafio de ser discípulos de Jesus Cristo.

A.C.

(Texto escrito conforme o novo acordo ortográfico)

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Formação de Catequistas - Trabalhos de Grupo

Grupo III
 
 
CATEQUESE RENOVADA ... GANHAR A ADESÃO DOS PAIS
 
 
TAREFA: Como preparar uma reunião de pais.
 
 
1. Convocatória (3 exemplos)
 
Aos Pais/Encarregados de Educação:
        a)  Porque é importante que conheça o plano de trabalho que vamos desenvolver ao longo do ano sob a temática o Ano da Fé, convocamo-la a estar presente.
              É importante a sua colaboração/opinião.
              Saudações amigas/de Fé.
 
        b) Querem saber como vamos ocupar os vossos filhos no Ano da Fé?
 
        c) Como é que as nossas crianças vão interagir no Ano da Fé? Vamos ajudá-las? Como?
 
2. Escolher um tema
      Exemplo: Como viver o Ano da Fé?
                       Escolher um simbolo, p.e. uma imagem de um barco "Embarca no Ano da Fé", um coração com uma cruz no centro e com várias questões à sua volta, uma imagens de uma montanha com as questões "Como? Quando? Quem?".
 
3. Ter um ponto de partida
     a) Apresentação do catecismo, 1º, 2º e 3º Blocos (geral - temas);
    
     b) Apresentação do 1º Bloco, objectivos (sintéticos)
 
Duração: 15 min.
 
4. Pelo menos uma dinâmica
    Dois desafios para grupos de 4/5 elementos:
    a) O que é a Fé?
         Momento de partilha dos pais/encarregados de educação.
 
    b) Como vamos vivê-la?
         Distribuição de uma folha com duas questões: Como é que as nossas crianças podem ser envolvidas? O que propõem para envolver os vossos filhos?
Eleição de um porta-voz para partilhar as reflexões durante um pequeno debate.
Duração: 30 min.
 
5. Algo mais, ou seja deixar um valor acrescentado
    a) Conclusão
         Pai, Mãe: É importante que estejas na Fé comigo! Acompanha-me! Alimenta a minha Fé!
    b) Cântico
         "Creio Senhor"
 
29-09-2012

domingo, 7 de outubro de 2012

Formação de Catequistas - Trabalhos de Grupo

Grupo II
 
A IMPORTÂNCIA DE UM LÍDER CATEQUÉTICO
 
REFLEXÃO
 
O que podem ter estas caraterísticas a ver com o perfil do catequista?
Em que podem ser contributivas para o anúncio da Boa Nova?
Ser um adulto com conhecimentos, um cristão que procura transmitir a Palavra de Deus, através do seu testemunho.
Tentar ser um exemplo, em todos os campos da vida.
Perante as dificuldade da vida ser capaz de manter a preserverança, a seriedade, a Fé e a confiança.
Deverá ainda saber cativar e comunicar a visão cristã, a presença do Amor, o perdão, a partilha, a oração, a caridade, a Eucarístia e a identidade com Jesus Cristo, seguro dos seus sentimentos.
Por fim, tem por obrigação esforçar-se por servir, doar e se autocontrolar.
 
Como é que Jesus faria catequese hoje, tendo em conta a sociedade atual?
Jesus saberia adaptar-se à sociedade actual, mas no fundo, acabaria por agir da mesma forma como fez no seu tempo: acolhendo os pecadores e os doentes; trabalhando por alcançar a paz interior e a purificação na sua mensagem; e perante as dificuldades actuais cativar o gosto e a atenção das crianças, a cima da imposição e sempre com alegria.
 
Em conclusão, a catequese deve ser preparada no grupo, tendo por base o cumprimento das sugestões avançadas, mas considerando a experiência individual e a realidade contemporânea (horários, necessidades, anseios, etc.). Assim sendo, é na união que reside a força e todos em conjunto conseguiremos transmitir a Palavra de Deus, navegando rumo ao mesmo objectivo.
 
 
29-09-2012


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Formação de Catequistas - Trabalhos de Grupo

Grupo I
 
CATEQUESE RENOVADA ... O QUE É A CATQUESE?
 
REFLEXÃO
 
 
O que é a Catequese?
      É essencial que seja fermento de comunhão e participação.
 
         - Deus tem todo o poder e confiando na Sua acção, estamos aptos a escutar o que Deus quer.
 
Quais os aspectos essenciais para se ser catequista?
 
         -   Estar em comunhão com Deus.
 
Como consigo abrir-me a Deus?
       -   O silêncio pode ser uma forma de me abrir a Deus.
       -   Mesmo quando parece que não conseguimos estabelecer a relação com Deus ... nunca desistir. Colocarmo-nos nas Suas mãos.
       -   Estar em comunhão com Deus.
 
Como é Deus fala?
      - Inicio deve ocorrer na vida em família.
               Deus toda a vida falou através de Jesus Cristo.
               Deus fala na medida em que nos abrimos a Ele.
     -  É necessária abertura ao que Deus quer actuar em nós para torná-lo visivel na nossa vida.
     -  Sinais de Deus em nós. Intervenção de Deus na nossa vida, ou seja, movimento da nossa consciência até à Sua.
     -  Deixar que a permanência e a actuação de Deus se faça na nossa vida em tudo.
 
O que é que Deus comunica?
    - Amor
            Condição de humanos
    - Humildade.
           À medida que crescemos e comunicamos com Deus-Amor assim a nossa capacidade de entrega aos Seus desejos e Sua vontade. Através de sinais de Deus, que está sempre presente na nossa vida. Se O deixarmos entrar na nossa vida seremos testemunho da Sua, em Jesus Cristo, e nossa humanidade. Como catequistas vamos transmitir o Amor de Deus.
 
A quem se dirige?
      - Somos todos Seus filhos. Deus dirige-se a todos nós. Ouvimo-lo dependendo da nossa abertura de coração.
     Na catequese Deus fala a todas as crianças através de nós, Seus instrumentos (abertos à vontade de Deus). Todo o cristão é transmissor da mensagem de Deus.
 
Que obstáculos encontramos?
    -  Ideias preconcebidas.
    -  Medo perante os obstáculos, do rídiculo, das nossas limitações.
    -  Falta de esperança.
    -  Falta de coragem, santa ousadia e aceitar as limitações confiando no suporte de Deus!
       "Eu não sou capaz, mas Deus vai-me ajudar."
   - Orgulho, vaidade.
      Esquecermo-nos de nós e darmo-nos ao outro ao serviço de Deus. Dar sempre o melhor de nós. esforçar, por amor a Deus.
   - Falta de humildade e simplicidade.
 
Como catequistas somos pedras fundamentais na nossa paróquia.
Somos:
 - capazes de cativar outros catequistas.
 - compromisso de Fé.
 - Vivência comunitária de oração.
 - Dar exemplo.
 
A nossa motivação vem de Deus, da nossa permeabilidadem da Sua vontade.
A Palavra transforma-nos e actua em nós.
A Paz e a Alegris vem de Deus que nos dá o dom de a podermos transmitir aos outros e dar-lhes esperança.
 
Expressada a necessidade de oração intima com Deus. Deixar e pedir a Deus que o Espirito de Deus actue em nós.
 
Como vamos na catequese saber chegar a cada um?
É necessário:
- conhecer os contextos de cada um para os podermos ajudar.
- saber fazer entender o Amor de Deus.
- a partilha de vida, descobrindo os pontos de contacto com as crianças.
- elementos culturais e morais.
- sintonizarmo-nos no mundo e sociedade em que vivemos, para os ajudar.
- conhecimentos do catecismo católico, da Bíblia, novos manuais do catequista, doutrina social da Igreja.
- integrar todos estes conhecimentos
- reflectir sobre todos os catequizandos
- estar atentos à realidade social de cada criança.
 
                                                                                                                       29-09-2012


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Formação de Catequistas 2012-2013

Uma vez mais partilhamos com todos a Formação de Catequistas de S. José. Este ano a reflexão centrou-se no Ano da Fé e na discussão do que se espera de uma Catequese Renovada.
Nos próximos dias partelharemos alguns dos trabalhos de grupo realizados durante a formação e também algumas fotos.

 
 


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Carta aos Catequistas da CDJP

"
Comissão Diocesana Justiça e Paz

    Rua do Brasil, Apartado 3069

            3001-401 Coimbra

 

Car@s Catequist@s

 

Sua referência                                                                                    Nossa Referência              

                                                                                  2.7 de 2012-set-25

 

Assunto: Ano da Fé

 

Como todos sabemos, o Papa convocou um “Ano da Fé” para o próximo ano pastoral alargado, a começar no dia 11 de Outubro de 2012 (50.º aniversário da Abertura do Concílio Vaticano II e o 20.º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica) e a terminar no dia 24 de Novembro de 2013, na Solenidade de Cristo Rei.

 

Na proclamação deste Ano da Fé, Bento XVI deixa bem claro, na Carta Apostólica Porta Fidei, que, mais do que a dupla comemoração, o que está em causa é “redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo” (n.º 2) como o valor estruturante da vida das pessoas e das sociedades, num tempo em que cresce sociologicamente o número dos que dizem “não acreditar” e se multiplicam subprodutos religiosos, como seitas, adivinhações e outras formas esotéricas de se relacionar com o mistério da vida. A ideia que verdadeiramente está subjacente a este Ano da Fé é a da “nova Evangelização”, que aliás serve de tema ao Sínodo dos Bispos convocado igualmente para outubro de 2012: “A nova evangelização para a transmissão da fé cristã”, como lembra Bento XVI logo no mesmíssimo parágrafo em que proclama este Ano da Fé.

 

A Comissão Diocesana Justiça e Paz (CDJP) de Coimbra – como organismo da Igreja – adere à celebração deste Ano da Fé e espera vivamente que todos os cristãos e estruturas eclesiais se empenhem ativamente na boa consecução do mesmo. Ao mesmo tempo, como contributo próprio, a partir daquilo que lhe é específico como missão que lhe foi confiada pela própria Igreja, a CDJP gostaria de sublinhar e propor à reflexão de todos os cristãos três aspetos concernentes à fé e nem sempre plenamente conscientizados:

a)      A fé tem uma dimensão social inequívoca: “A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita”, diz Bento XVI (n.º 10). Desafiamos todos os promotores de iniciativas integradas na celebração do Ano da Fé a não esquecerem, antes promoverem, ”com o ardor dos santos”, a consciencialização desta dimensão social da fé, respondendo convictamente ao desafio que João Paulo II nos deixou: “Fiéis à Verdade, irmãos e irmãs, continuemos a participação na realeza de Cristo, servindo como Ele, Senhor e Mestre, fez e ensinou. Este é o caminho: cristãos no aconchego da intimidade pessoal; cristãos no interior do lar, como esposos, pais e mães e filhos, em “igreja doméstica”; cristãos na rua, como homens e mulheres situados; cristãos na vida em comunidade, no trabalho, nos encontros profissionais e empresariais, no grupo, no sindicato, no divertimento, no lazer, etc.; cristãos na sociedade, ocupando cargos elevados ou prestando serviços humildes; cristãos na partilha da sorte dos irmãos menos favorecidos; cristãos na participação social e política; enfim, cristãos sempre, na presença e glorificação de Deus, Senhor da vida e da história” (Sé de Lisboa; 1982).

b)   Tal responsabilidade social encontra, no nosso tempo, a sua corporização teórica na Doutrina Social da Igreja, que é, precisamente, “a formulação acurada dos resultados da reflexão atenta sobre as complexas realidades da existência do homem, na sociedade e no contexto internacional, à luz da fé e da tradição eclesial (para) orientar o comportamento cristão” [sublinhado nosso] (SRS 41). Ora “a fé sem obras é morta”, recorda ainda Bento XVI, citando a Carta de Santiago. Mas à fé não são suficientes quaisquer obras e de quaisquer modos. Ela precisa de se traduzir, em cada época, nos “princípios de reflexão, normas para julgar e diretrizes para a ação” fornecidos pela doutrina social da Igreja (OA 4). Só com esta fundamentação as obras podem estar ao serviço da fé no plano da sociedade e podem tornar viva a fé no meio das complexas realidades da existência do homem. Não é possível desvincular – sem desvirtuamento de uma e de outra – a doutrinação da fé do estudo da Doutrina Social da Igreja.

c)      A fé que procuramos viver e aprofundar e que propomos – na simplicidade da partilha fraterna do melhor que temos – aos nossos concidadãos e concidadãs, nasce da evangelização. Mas, como proclama João Paulo II, “para a Igreja, ensinar e difundir a doutrina social pertence à sua missão evangelizadora e faz parte essencial da mensagem cristã, porque essa doutrina propõe as suas consequências diretas na vida da sociedade e enquadra o trabalho diário e as lutas pela justiça no testemunho de Cristo Salvador” (CA 5). Ora a verdadeira evangelização, lembrava Paulo VI, não é a aplicação de “um verniz superficial”, mas consiste em “atingir” e “modificar pela força do Evangelho os critérios de julgar, os valores que contam, os centros de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade”. (cfr. EN 19-20). Uma vez mais, a fidelidade à própria intenção de Bento XVI ao proclamar o Ano da Fé como um ano para um novo dinamismo evangelizador exige uma atenção redobrada aos “critérios”, aos “valores”, aos “interesses”, às “linhas de pensamento”, às “fontes inspiradoras”, aos “modelos” propostos pela própria Doutrina Social da Igreja, pois nela se sintetiza a “reflexão acurada” da alternativa que, à luz do Evangelho, a Igreja tem para propor à sociedade.

Finalmente, lembramos que a Comissão Nacional Justiça e Paz publicou um conjunto de 25 fichas sobre outros tantos temas de DSI reunidas no livro “Em nome de Jesus Cristo” (editado pelas Paulinas), que poderão servir de texto de apoio. Mas o melhor resumo oficial, de autoria do Conselho Pontifício Justiça e Paz, é o Compêndio de Doutrina Social da Igreja, que pode ser lido na sua versão integral no sítio do Vaticano (www.vatican.va em Cúria Romana – Conselho Pontifício “Justiça e Paz”). Neste sítio também se encontram os documentos dos Papas e das Congregações ou Comissões.

 

Amig@s, vós sois os grandes educadores da fé! Na proximidade do início deste Ano da Fé, aceitai esta nossa carta, se no-lo permitis, antes de mais como reconhecimento muito sentido dessa missão que vos está confiada; depois, como gesto fraterno de comunhão na edificação do único bem que tudo o mais nos traz por acréscimo: o Reino de Deus.

Comissão Diocesana Justiça e Paz"

domingo, 9 de setembro de 2012

Encontros de Formação SDEC

Encontro de formação sobre o novo Catecismo 6º ano:

   29 de setembro,
   Das 14,30 às 17,30   Figueira da Foz - Seminário da Imaculada Conceição
                        Chão de Couce - Centro Pastoral

   30 de setembro
   Das 14,30 às 17,30   Arganil - Centro Pastoral
                        Coimbra - Seminário Maior

domingo, 29 de julho de 2012

6º Catecismo; Jornadas Nacionais de Catequistas

Amigos catequistas,

Certamente que já te questionaste sobre a publicação do catecismo do 6º ano.Vimos informar-te que, segundo informação recebida, dentro em breve será publicitada na página do SNEC (www.educris.com) o Plano Pedagógico e as catequeses do 1º bloco .
Mais informamos que conforme vem sendo habitual vão realizar-se no Auditório do Centro Paulo VI, em Fátima, de 5 a 7 de Outubro, as Jornadas Nacionais de Catequistas. As inscrições poderão ser feitas para o SDEC, até ao dia 24 de Setembro, preenchendo a respetiva ficha.

Em anexo o Programa e a Ficha de Inscrição,

Com um abraço na paz e alegria do Senhor,

Pel'O SDEC