sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Formação de Catequistas - Trabalhos de Grupo

Grupo I
 
CATEQUESE RENOVADA ... O QUE É A CATQUESE?
 
REFLEXÃO
 
 
O que é a Catequese?
      É essencial que seja fermento de comunhão e participação.
 
         - Deus tem todo o poder e confiando na Sua acção, estamos aptos a escutar o que Deus quer.
 
Quais os aspectos essenciais para se ser catequista?
 
         -   Estar em comunhão com Deus.
 
Como consigo abrir-me a Deus?
       -   O silêncio pode ser uma forma de me abrir a Deus.
       -   Mesmo quando parece que não conseguimos estabelecer a relação com Deus ... nunca desistir. Colocarmo-nos nas Suas mãos.
       -   Estar em comunhão com Deus.
 
Como é Deus fala?
      - Inicio deve ocorrer na vida em família.
               Deus toda a vida falou através de Jesus Cristo.
               Deus fala na medida em que nos abrimos a Ele.
     -  É necessária abertura ao que Deus quer actuar em nós para torná-lo visivel na nossa vida.
     -  Sinais de Deus em nós. Intervenção de Deus na nossa vida, ou seja, movimento da nossa consciência até à Sua.
     -  Deixar que a permanência e a actuação de Deus se faça na nossa vida em tudo.
 
O que é que Deus comunica?
    - Amor
            Condição de humanos
    - Humildade.
           À medida que crescemos e comunicamos com Deus-Amor assim a nossa capacidade de entrega aos Seus desejos e Sua vontade. Através de sinais de Deus, que está sempre presente na nossa vida. Se O deixarmos entrar na nossa vida seremos testemunho da Sua, em Jesus Cristo, e nossa humanidade. Como catequistas vamos transmitir o Amor de Deus.
 
A quem se dirige?
      - Somos todos Seus filhos. Deus dirige-se a todos nós. Ouvimo-lo dependendo da nossa abertura de coração.
     Na catequese Deus fala a todas as crianças através de nós, Seus instrumentos (abertos à vontade de Deus). Todo o cristão é transmissor da mensagem de Deus.
 
Que obstáculos encontramos?
    -  Ideias preconcebidas.
    -  Medo perante os obstáculos, do rídiculo, das nossas limitações.
    -  Falta de esperança.
    -  Falta de coragem, santa ousadia e aceitar as limitações confiando no suporte de Deus!
       "Eu não sou capaz, mas Deus vai-me ajudar."
   - Orgulho, vaidade.
      Esquecermo-nos de nós e darmo-nos ao outro ao serviço de Deus. Dar sempre o melhor de nós. esforçar, por amor a Deus.
   - Falta de humildade e simplicidade.
 
Como catequistas somos pedras fundamentais na nossa paróquia.
Somos:
 - capazes de cativar outros catequistas.
 - compromisso de Fé.
 - Vivência comunitária de oração.
 - Dar exemplo.
 
A nossa motivação vem de Deus, da nossa permeabilidadem da Sua vontade.
A Palavra transforma-nos e actua em nós.
A Paz e a Alegris vem de Deus que nos dá o dom de a podermos transmitir aos outros e dar-lhes esperança.
 
Expressada a necessidade de oração intima com Deus. Deixar e pedir a Deus que o Espirito de Deus actue em nós.
 
Como vamos na catequese saber chegar a cada um?
É necessário:
- conhecer os contextos de cada um para os podermos ajudar.
- saber fazer entender o Amor de Deus.
- a partilha de vida, descobrindo os pontos de contacto com as crianças.
- elementos culturais e morais.
- sintonizarmo-nos no mundo e sociedade em que vivemos, para os ajudar.
- conhecimentos do catecismo católico, da Bíblia, novos manuais do catequista, doutrina social da Igreja.
- integrar todos estes conhecimentos
- reflectir sobre todos os catequizandos
- estar atentos à realidade social de cada criança.
 
                                                                                                                       29-09-2012


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Formação de Catequistas 2012-2013

Uma vez mais partilhamos com todos a Formação de Catequistas de S. José. Este ano a reflexão centrou-se no Ano da Fé e na discussão do que se espera de uma Catequese Renovada.
Nos próximos dias partelharemos alguns dos trabalhos de grupo realizados durante a formação e também algumas fotos.

 
 


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Carta aos Catequistas da CDJP

"
Comissão Diocesana Justiça e Paz

    Rua do Brasil, Apartado 3069

            3001-401 Coimbra

 

Car@s Catequist@s

 

Sua referência                                                                                    Nossa Referência              

                                                                                  2.7 de 2012-set-25

 

Assunto: Ano da Fé

 

Como todos sabemos, o Papa convocou um “Ano da Fé” para o próximo ano pastoral alargado, a começar no dia 11 de Outubro de 2012 (50.º aniversário da Abertura do Concílio Vaticano II e o 20.º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica) e a terminar no dia 24 de Novembro de 2013, na Solenidade de Cristo Rei.

 

Na proclamação deste Ano da Fé, Bento XVI deixa bem claro, na Carta Apostólica Porta Fidei, que, mais do que a dupla comemoração, o que está em causa é “redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo” (n.º 2) como o valor estruturante da vida das pessoas e das sociedades, num tempo em que cresce sociologicamente o número dos que dizem “não acreditar” e se multiplicam subprodutos religiosos, como seitas, adivinhações e outras formas esotéricas de se relacionar com o mistério da vida. A ideia que verdadeiramente está subjacente a este Ano da Fé é a da “nova Evangelização”, que aliás serve de tema ao Sínodo dos Bispos convocado igualmente para outubro de 2012: “A nova evangelização para a transmissão da fé cristã”, como lembra Bento XVI logo no mesmíssimo parágrafo em que proclama este Ano da Fé.

 

A Comissão Diocesana Justiça e Paz (CDJP) de Coimbra – como organismo da Igreja – adere à celebração deste Ano da Fé e espera vivamente que todos os cristãos e estruturas eclesiais se empenhem ativamente na boa consecução do mesmo. Ao mesmo tempo, como contributo próprio, a partir daquilo que lhe é específico como missão que lhe foi confiada pela própria Igreja, a CDJP gostaria de sublinhar e propor à reflexão de todos os cristãos três aspetos concernentes à fé e nem sempre plenamente conscientizados:

a)      A fé tem uma dimensão social inequívoca: “A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita”, diz Bento XVI (n.º 10). Desafiamos todos os promotores de iniciativas integradas na celebração do Ano da Fé a não esquecerem, antes promoverem, ”com o ardor dos santos”, a consciencialização desta dimensão social da fé, respondendo convictamente ao desafio que João Paulo II nos deixou: “Fiéis à Verdade, irmãos e irmãs, continuemos a participação na realeza de Cristo, servindo como Ele, Senhor e Mestre, fez e ensinou. Este é o caminho: cristãos no aconchego da intimidade pessoal; cristãos no interior do lar, como esposos, pais e mães e filhos, em “igreja doméstica”; cristãos na rua, como homens e mulheres situados; cristãos na vida em comunidade, no trabalho, nos encontros profissionais e empresariais, no grupo, no sindicato, no divertimento, no lazer, etc.; cristãos na sociedade, ocupando cargos elevados ou prestando serviços humildes; cristãos na partilha da sorte dos irmãos menos favorecidos; cristãos na participação social e política; enfim, cristãos sempre, na presença e glorificação de Deus, Senhor da vida e da história” (Sé de Lisboa; 1982).

b)   Tal responsabilidade social encontra, no nosso tempo, a sua corporização teórica na Doutrina Social da Igreja, que é, precisamente, “a formulação acurada dos resultados da reflexão atenta sobre as complexas realidades da existência do homem, na sociedade e no contexto internacional, à luz da fé e da tradição eclesial (para) orientar o comportamento cristão” [sublinhado nosso] (SRS 41). Ora “a fé sem obras é morta”, recorda ainda Bento XVI, citando a Carta de Santiago. Mas à fé não são suficientes quaisquer obras e de quaisquer modos. Ela precisa de se traduzir, em cada época, nos “princípios de reflexão, normas para julgar e diretrizes para a ação” fornecidos pela doutrina social da Igreja (OA 4). Só com esta fundamentação as obras podem estar ao serviço da fé no plano da sociedade e podem tornar viva a fé no meio das complexas realidades da existência do homem. Não é possível desvincular – sem desvirtuamento de uma e de outra – a doutrinação da fé do estudo da Doutrina Social da Igreja.

c)      A fé que procuramos viver e aprofundar e que propomos – na simplicidade da partilha fraterna do melhor que temos – aos nossos concidadãos e concidadãs, nasce da evangelização. Mas, como proclama João Paulo II, “para a Igreja, ensinar e difundir a doutrina social pertence à sua missão evangelizadora e faz parte essencial da mensagem cristã, porque essa doutrina propõe as suas consequências diretas na vida da sociedade e enquadra o trabalho diário e as lutas pela justiça no testemunho de Cristo Salvador” (CA 5). Ora a verdadeira evangelização, lembrava Paulo VI, não é a aplicação de “um verniz superficial”, mas consiste em “atingir” e “modificar pela força do Evangelho os critérios de julgar, os valores que contam, os centros de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade”. (cfr. EN 19-20). Uma vez mais, a fidelidade à própria intenção de Bento XVI ao proclamar o Ano da Fé como um ano para um novo dinamismo evangelizador exige uma atenção redobrada aos “critérios”, aos “valores”, aos “interesses”, às “linhas de pensamento”, às “fontes inspiradoras”, aos “modelos” propostos pela própria Doutrina Social da Igreja, pois nela se sintetiza a “reflexão acurada” da alternativa que, à luz do Evangelho, a Igreja tem para propor à sociedade.

Finalmente, lembramos que a Comissão Nacional Justiça e Paz publicou um conjunto de 25 fichas sobre outros tantos temas de DSI reunidas no livro “Em nome de Jesus Cristo” (editado pelas Paulinas), que poderão servir de texto de apoio. Mas o melhor resumo oficial, de autoria do Conselho Pontifício Justiça e Paz, é o Compêndio de Doutrina Social da Igreja, que pode ser lido na sua versão integral no sítio do Vaticano (www.vatican.va em Cúria Romana – Conselho Pontifício “Justiça e Paz”). Neste sítio também se encontram os documentos dos Papas e das Congregações ou Comissões.

 

Amig@s, vós sois os grandes educadores da fé! Na proximidade do início deste Ano da Fé, aceitai esta nossa carta, se no-lo permitis, antes de mais como reconhecimento muito sentido dessa missão que vos está confiada; depois, como gesto fraterno de comunhão na edificação do único bem que tudo o mais nos traz por acréscimo: o Reino de Deus.

Comissão Diocesana Justiça e Paz"

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Inscrições

As inscrições na Catequese de Infância encontram-se a decorrer na Secretaria da Catequese (Coro Alto), entre as 18h30 e as 19h30. Pedimos a todos os pais ou encarregados de educação que se ainda não o fizeram que completem a inscrição das crianças até ao final desta semana.

A catequese tem inicio na semana de 1 a 6 de Outubro.


domingo, 9 de setembro de 2012

Encontros de Formação SDEC

Encontro de formação sobre o novo Catecismo 6º ano:

   29 de setembro,
   Das 14,30 às 17,30   Figueira da Foz - Seminário da Imaculada Conceição
                        Chão de Couce - Centro Pastoral

   30 de setembro
   Das 14,30 às 17,30   Arganil - Centro Pastoral
                        Coimbra - Seminário Maior